Universidade do Agro sedia 2ª edição do Congresso de Sustentabilidade no Agro
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Realizado no Anfiteatro da Biblioteca da Uniube, no Campus Aeroporto, o evento contou com uma programação teve início com a palestra magna do professor doutor Alaercio Nicoletti Júnior, Head de Sustentabilidade e Inovação do Grupo Petrópolis e professor da Universidade Mackenzie, e na sequência, especialistas de instituições como Embrapa, Sebrae, Invest Minas, Emater, Senai, Senar, IFTM e representantes do setor produtivo participaram de painéis e mesas-redondas que discutiram a formação de profissionais para o futuro, o impacto das novas regulamentações, a inovação aplicada às cadeias produtivas e os mecanismos de financiamento para projetos sustentáveis.
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“Temos o prazer de estar sediando aqui na Uniube o 2º Congresso de Sustentabilidade no Agro. Na ocasião, estivemos presentes mediando a mesa-redonda Educação Técnica e Tecnológica para a Sustentabilidade. Recebemos representantes do Senai, Senar e IFTM para discutir a formação de profissionais aptos a desenvolver soluções voltadas ao agro e contribuir para cadeias produtivas cada vez mais sustentáveis”, destaca.

“Discutimos a importância das boas práticas sustentáveis para a agricultura e para a pecuária, trazendo exemplos observados no Brasil e no exterior. Tivemos a participação da Emater, que apresentou experiências junto aos pequenos produtores, e da Secretaria do Agronegócio da Prefeitura de Uberaba, mostrando ações inovadoras voltadas à sustentabilidade. O objetivo foi evidenciar como essas práticas permitem que os produtores, especialmente os pequenos, permaneçam competitivos em um mercado cada vez mais exigente”, explica.

A programação também abordou o papel da ciência, da tecnologia e da inovação como vetores estratégicos para a sustentabilidade do agro. O gestor do curso de Agronomia EAD da Universidade do Agro, Fabrício Pelizer, conduziu uma mesa-redonda voltada às tendências do setor.
“Conversamos com profissionais altamente qualificados e engajados no tema da sustentabilidade nas cadeias produtivas. Foram discutidas experiências relacionadas à gestão de cooperativas, clusters, arranjos produtivos locais e como o conhecimento gerado em centros de pesquisa e experimentação pode chegar efetivamente ao produtor rural. Trata-se de um tema extremamente relevante e conectado às demandas do agronegócio brasileiro e mundial”, ressalta.