Parceria entre Universidade do Agro e Embrapa Cerrados inicia nova fase

O projeto, que envolve alunos das modalidades presencial e EAD, também conta com o suporte da Agrimec, responsável pelo desenvolvimento de uma máquina exclusiva para o plantio das manivas
A parceria entre a Universidade do Agro e Embrapa Cerrados deu um novo passo! Após quatro meses do plantio, a equipe da Embrapa e Universidade do Agro realizaram a segunda fase do projeto, com a padronização do primeiro corte, feito a 20 centímetros de altura, removendo a parte superior da planta e coletando amostras para análise química e bromatológica, e assim, avaliando o potencial para alimentação animal. A pesquisa será conduzida ao longo de 36 meses (2024-2027), e busca validar e difundir clones de elite geneticamente aprimorados, tornando as cultivares mais produtivas e resistentes a doenças. O projeto, que envolve alunos das modalidades presencial e EAD, conta com o suporte da Agrimec, responsável pelo desenvolvimento de uma máquina exclusiva para o plantio das manivas.

“Realizamos a padronização e o primeiro corte, feito a 20 centímetros de altura. Nesse processo, removemos a parte superior da planta e coletamos amostras para análise química e bromatológica, avaliando seu potencial para alimentação animal. Além disso, realizaremos uma poda na parcela útil e faremos a pesagem para determinar o teor de matéria seca e calcular a produtividade nesse estágio de desenvolvimento. Nos próximos meses, realizaremos mais três cortes em diferentes alturas: um metro, um metro e meio e dois metros, a fim de avaliar a produtividade da parte aérea para alimentação animal. Estudos preliminares indicam um alto teor de proteína, sugerindo um grande potencial para a produção de ração tanto para monogástricos quanto para ruminantes. A expectativa para os resultados é muito positiva, especialmente com o manejo eficiente e a colaboração da Uniube, da Universidade do Agro e, principalmente, dos estudantes, que estão ativamente envolvidos em todas as etapas do experimento. O engajamento deles é essencial para o sucesso da pesquisa e para o avanço do conhecimento na área”, avalia o pesquisador da Embrapa, Josefino Fialho.